quarta-feira, 28 de maio de 2008

Genial.

"Diante de Chico Buarque, todo homem é um corno em potencial. A rigor, a sua mulher está contigo nesse exato momento porque não teve competência para estar com Chico Buarque."

sábado, 24 de maio de 2008

Assassina.

Eu matei o papai várias vezes.
Ele morreu ano passado, de verdade.

Este ano, vou aprender a matar sentimentos.









Quero ver se demora pra ser de verdade também.

Tudo-mudo, tudo-muda, todo-mundo.

Diêgo: Marla, do dragão de antes ao mulherão de hoje. De briguinhas de estojos a barracos de chiclete no cabelo.

Rafael: Marla, meu amor...
Povo desta nação, ela é uma das pessoas mais importantes para mim e símbolo da força de vontade.

B®anquinha: É a amiga mais perfeita de todas. Até quando não acredita em mim.

Rodrigo: São poucas as pessoas que entendem você com facilidade. Poucas pessoas aparecem na sua vida pra ficarem até sua velhice e virarem histórias para os netos. Ela é como um amigo imaginário disposto a te ouvir e te ajudar a qualquer hora, deixando suas próprias coisas de lado, porque simplesmente quer.

Carlos: Aquela que sempre responde "oi" quando eu a chamo de madrugada

Tibério: A mala a que me refiro está muito além dessas pequenezas mundanas. Ela é diferentemente desigual porque o seu especial emana de dentro, consequentemente pra fora. Uma ligação rara que nos torna irmãos de alma, uma característica nem sempre presente nos irmãos de sangue.

Roberta: É uma daquelas pessoas que são parecidas com gente bonita.

Rebeca: É tipo um suco de tangerina bem geladinho. É muito mais que um chocolate cremoso do Pão da Vida. Vai muito além do ponto do brigadeiro da Conceição, é ela assim tipo Vô Olintho.

Aidê: Tá mais pra agenda do que pra mala, afinal tem que ligar o farol, colocar o cinto, lembrar, lembrar, lembrar. Meu orgulho de cunhada.

Mariane: Sempre chega com o comentário mais doce do dia.

Renam: Que valor é esse? Que empatia é essa? Que carinho é esse?

Priscilla: Ela duvida e me desespera.

Diêgo: Porque ela é a mais linda, mesmo quando eu for visitá-la pra comer bolinhos sentados numa cadeira de balanço.

Cristóvão: Uma gotinha de chuva num dia de sol.

Só dias seguindo, quando é frio em meu coração. Tambores anunciando massacre em vão, justiça vã.
E eu, aqui latindo. Tentando ver meus irmãos que nunca parecem felizes. Fechados em desilusão.
Os homens podem muito pouco, o tempo sempre sabe mais como agir. Tem sempre tanta coisa em jogo: vaidade, poder, o existir.
Então vou delirando, com o dia do acerto final. Pessoas alegres, vivendo com chances no seu carnaval.

Os homens podem muito pouco. O tempo sempre sabe mais como agir e mesmo assim se perde um pouco: um sorriso, um prazer, à meia luz... Mas eu sigo latindo, buscando um jeito de achar conforto, mas não só pr’os outros, carinhos pra aliviar. Me aliviar.Os homens podem muito pouco. O tempo sempre sabe mais como agir e a espera às vezes dura um pouco: um dia, um mês, um existir.

Obrigada, Marina.