domingo, 28 de dezembro de 2008

Shame on me, teacher Shirley. Shame on me. :~

quinta-feira, 25 de dezembro de 2008


É engraçado como as coisas mudam entre as pessoas. E eu sou saudosista demais pelo que foi. Não é que eu não goste mais de algumas coisas ou de algumas pessoas, mas é que as coisas passam e tomam outros rumos e simplesmente ficam mais difíceis de acontecer e eu até me sinto mal por isso.

É como o Henrique, que é quase meu amigo só virtual. A gente mal se vê de verdade na vida, de forma 'live' como ele mesmo fala. Eu estranhei até a sua voz no telefone outro dia. Mas Ricks é Ricks e vai continuar sendo o meu querido e adorado amigo. Quase que imaginário, mas a gente se conta cada coisa. :) E eu quero ele por perto, nem que esse perto seja beeeeem relativo, como é o msn.

É como a Priscilla - está na foto, segurando um presente que eu a dei de aniversário - que tem tantos amigos, tantas pessoas por perto que eu me sinto meio que 'sem muita função'. Eu sei que vai estar todo mundo perto dela quando precisar. E eu a vejo dizendo que gosta de tanta gente, que tanta gente é importante, que sendo sincera eu não me sinto muito na obrigação de me sentir algo importante e necessário na sua vida.

A questão de eu me sentir mal é que eu sou saudosista, mas muitas vezes não movo montanhas como faço com os meus bons e velhos amigos de sempre, sim, porque esses sempre hão de existir e eu não os abandono.

Não é que eu exclua os citados acima é só que as situações se tornam mais favoráveis a outros seres humanos. E esses em especial, né, Igor? É que sabem sempre de tudo na minha vida, até dos meus sonhos mais malucos! :P

E devo dizer, em especial, que hoje sim, meu coração vai bem, bererem-bem-bem. Que eu vi meus amigos queridos, que eu falei com o meu bem amado e que eu já não me aguentava de saudades deles e ainda estou pirando com a ausência de meu querido tototo. Como amo tototito. :~~

Mas isso é outro assunto que já renderia outro post.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

I don't want to hear you.






Kick me out, kick me out. Please, do this for me.
A terrível mania de querer ser educada, doce. Buscar o melhor das pessoas antes de repudiá-las terrivelmente e não querer mais nem notá-las, mas algumas merecem mesmo que nem se dê respeito. Eu e minha terrível mania de 'salvá-las' do mundo de brutalidade e ignorância gratuita. Pra quê, né?

O Natal é a época que todo mundo finge que é legal, bondoso e que se preocupa com os outros, talvez seja por isso que eu o odeie tanto. As pessoas ficam falsas por uma noite, se sentem de alma lavada e voltam a ser os mesmos filhos da puta de sempre o resto do ano.

Odeio espírito natalino, odeio o Natal. Quem é bom de verdade, tem o 'Natal' em si o tempo todo. Faz as bondades porque acha que é certo e não porque o Natal manda.

No fim das contas, Natal pra mim, acaba sendo a índole de cada um. Pros outros, é uma forma de limpar suas merdas. Reiniciar a sujeira toda.

...

De um outro lado, eu lembro da minha tristeza ao descobrir que Papai Noel não existia. Acho que foi a minha primeira decepção. Na minha cabeça era alguém que se preocupava comigo, que me vigiava, zelava por mim... essas coisas.

Não sei, acho que a grande culpa é minha que tô sempre querendo cuidar de todo mundo, não desapontar ninguém. Aí, acho o pior crime de todos quando me deixam. E isso sempre acontece, de um jeito ou de outro. O saldo final continua o mesmo das minhas antigas sessões terapêuticas: eu não sei lidar com perdas. De toda natureza. Só o fato de pensar que as coisas se perderão, acabar-se-ão, eu já penso em desisitir. E a tentativa de mudar isso vai estar na listinha do ano novo, mais uma vez esse ano.

Pra quem gosta e acredita, vou dizendo aqui mais por minha quase inabalável educação, um Feliz Natal e todas as coisas boas para os que lêem essa porcaria.

sábado, 20 de dezembro de 2008

'O Chico é para sempre.'

Achei justo mostrar que era plágio. :) Eu não vou me tatuar. Eu não tive coragem de abrir o zíper. E eu cortei um pedaço da minha foto. Censura, sabe como é. :P E não tem photoshop nela que eu não sei. .___. Queria saber pra ficar com a barriga da musa inspiradora de cima.
Ok, não precisam lembrar as gorduras. :~

"O meu verso dá pulo e cambalhotas quando te vê, porque você é meu único e definitivo poema.
Daí meus dedos batucarem ritmos escrevendo teu nome, tatuando teu peito pra marcar em ti minha presença. E depois de acrobata, o meu verso vira mágico."

Eu queria menos. Ou talvez mais. O que eu quero é sempre tão difícil. E eu tô sempre magoando todo mundo, fazendo uma besteira atrás da outra. Tentando acertar ou não, não importa. E tão sempre fazendo comigo também. Vingança em círculo vicioso? Tá, vou parar pra não mais penar e pensar.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008


Isso tá virando quase um fotolog. Eu me importo? :)

"A sorrir
Eu pretendo levar a vida
Pois chorando
Eu vi a mocidade perdida"

(...)

"Vem que o sol raiou
Os jardins estão florindo
Tudo faz pressentimento
Que esse é o tempo ansiado de se ter felicidade"

Tempos de relativa solidão, agora que o Natal vem, Belém sempre em pauta... :~ Odeio. Mas tudo tem seu lado bom, que esse tempo sirva pra coisas boas pra mim e pra reflexão, essas coisas toscas que a gente fica dizendo só pra justificar ou procurar um lado bom nas coisas.

Darei uma pausa no post só pra cantar:
"Baiana é aquela que entra no samba de qualquer maneira
Que mexe, remexe, dá nó nas cadeiras
Deixando a moçada com água na boca.

A falsa baiana quando entra no samba ninguém se incomoda
Ninguém bate palma, ninguém abre a roda
Ninguém grita ôba, salve a Bahia, Senhor!"

Alguém já ouviu a Roberta Sá cantando essa maravilha? (Ok, eu falo 'alguém' como se tivesse cristão no mundo que lesse isso aqui fora dois ou três gatos pingados, incluindo a mim)

Enfim, voltando, eu fico me lembrando dessa foto, eu e minha imensa, inseparável e intolerável - por alguns - vergonha. E que eu tinha acabado de acordar, que eu não tinha sequer penteado cabelo e saído à força de casa, só porque mamãe queria que a gente entrasse num carro e passasse o dia com tia Flor. O saldo do dia foi lindo, foi ótimo, tia Flor é um doce. E eu fiquei horas andando e vagando pela cidadezinha de uma rua que é o xodó da classe média cearense. Ok, vou dizer o nome, pra desencargo de consciência: Guaramiranga.

Sabe que ontem eu tive um dia meio dedinho pra baixo três vezes - me acuda, me acuda - e eu fiquei preocupada com o resto do mundo, eu vi coisas familiares em pessoas que eu não esperava, loucuras que eu achava que eram minhas, só minhas. E aí, eu digo: Quem te viu, quem te vê, neguinha! 'Como fas?' Esse povo é meio não sei... Muda de uma hora pra outra só por um outro alguém diferente, ok, mudemos, mas não tão drasticamente, ué!

Pois bem, com diria papai, 'cada doido com sua mania, né?'

E eu tô exalando música desde que minhas férias começaram. :) Ôba, ôba, ôbaaa.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008


Ok, Ítalo, estou refletindo. (Y)

domingo, 14 de dezembro de 2008


Os que tem samba na veia, os que não tem, os que mal sabem cantar, os que cantam a valer... Estavam todos lá e eu nem os via de tanto que eu não parava de sambar.

Se eu contasse vocês não me iam acreditar. :) Mas que foi um dia daqueles, das antigas, com meus amores, todos eles, aqueles que andam perto de mim mais que tudo, os que são de verdade e que eu guardo lindamente em mim. E espero guardar ainda por muitas outras auroras.

E eu fico por aqui, que eu ainda tenho deveres a cumprir, com meus amigos, novamente. Sempre.

Eu tô sentindo uma coisa tão boa em mim. Saber que eles estão por perto - me xingando, na maior parte do tempo, que o nosso amor é meio maluco. E que tem os novos chegando aí, nem sempre tão bem intencionados, eu os perdôo. Pelo samba, só por causa do samba do meu coração.

sábado, 13 de dezembro de 2008


E eu que pensava que aqueles seres humanos já não mais me eram próximos, já não mais me eram amigos.

É incrível como a gente pode ter a graça de estar errado, ter a graça de revê-los. E descobrir que mesmo depois de tanto tempo, as coisas continuam lá, quase que iguaizinhas a antes.

Alguns com alguns quilos a mais, outros com quilos beeeeeem a menos - e para este, digo: Come, menino, que tu é tão fraquinho! Que tu continua meu bem amigo, que eu adoro te ver gordinho e apertar teu nariz e implicar com tuas orelhas. :~~

Como todos eles são especiais! Ahhhh... E eu agradeço imensamente por eles ainda me acolherem com o mesmo amor, o mesmo amor e cuidado de sempre.

Ontem foi Natal e eu espero que seja só pretexto pra (re-)união. E que os amores não se percam. Que sejam novamente bem vistos, bem queridos, bem lindos, como meu largo sorriso quando olhava para outro ser humano tão próximo de mim, de mim, só de mim.

Que continue sendo tudo belo. E que as coisas que atormentavam alguns deixe de existir. Por favor. Eu gosto tanto dele(s).

Serei a eterna gêmea de quem vocês quiserem. Foi uma noite realmente feliz, realizadora, mesmo com os contratempos que me assolam.